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Puente Carretero sobre el Rio Itajaí-Açu. Un Ejemplo de la Construcción en Acero con Tipología de Mínimo Impacto Ambiental 

24/10/2011

El acero es el material protagonista del puente y pasarela ya que los sistemas estructurales principales de ambos utilizan una gran cantidad de piezas traccionadas. Los esfuerzos caminan desde los tableros por las barras y piezas curvas en el aire hasta encontrar las fundaciones. Los arcos resuelven el problema de atravesar el río dentro de los límites de la propia luz, y especialmente no hay ningún elemento periférico que esté fuera de las dimensiones de los puentes, destacando su ventaja sobre otras tipologías estructurales para grandes luces, que necesitan de anclajes distantes.
Las estructuras son formadas por piezas pre-fabricadas que a través de sus uniones se configuran como una presencia única , construida con rapidez, eficiencia y bajo impacto ambiental . Desde punto de vista simbólico, el arco es un artificio tradicional , desarrollado ya por los romanos para unir ambas márgenes sobre un valle. 

Noticia

Uma costura sobre o rio Itajaí-Açu
29/09/2011 | Notícia | Revista Construção Metálica - Edição 103 - 2011

Aço é o material protagonista da ponte e passarela que utilizam grande número de peças tracionadas

 As novas pontes e passarelas de Blumenau reforçam elos de cultura e paisagem. A ponte costura os dois lados do Itajaí-Açu a partir do eixo urbano da Rua Chile. A passarela participa do roteiro de atrativos paisagísticos da margem esquerda, formados por caminhos independentes para ciclistas e para pedestres, redefinindo o espaço e fazendo acessível o território, atributos de um monumento.
Conforme a ocasião do ano, o metal branco pode receber cores através da variação na iluminação marcando o passar do tempo, dos costumes e das festas da comunidade. A ponte e a passarela estabelecem um dialogo com a paisagem de Blumenau e criam novas referências, novos pontos de encontro e sinais na paisagem da cidade.
Em conexão com a contemporaneidade e as práticas da sustentabilidade, o projeto foca atenção especial aos pedestres e aos ciclistas. Seus caminhos são protegidos e recebem um desenho cuidadoso para incentivar e tornar aprazível caminhadas e passeios, práticas alternativas ao uso do automóvel, incentivando hábitos mais saudáveis e ecológicos.

O aço é o material protagonista da ponte e da passarela e os sistemas estruturais principais de ambas utilizam um grande número de peças tracionadas, cada uma a sua maneira. Os esforços caminham dos tabuleiros pelos estais e peças arqueadas no ar até encontrarem as fundações. Os arcos resolvem o problema de atravessar o rio dentro dos limites do próprio vão e espacialmente não há nenhum tipo de elemento periférico que esteja fora das dimensões das pontes, salientando sua vantagem sobre outras tipologias estruturais para grandes vãos, como mastros estaiados ou penseis, que necessitam de ancoragem distante.
As estruturas são formadas por peças pré-fabricadas que através das suas junções se configuram como uma presença única, construída com eficiência, rapidez e baixo impacto ambiental. Do ponto de vista simbólico, o arco é artifício tradicional, desenvolvido desde os romanos, para ligar duas margens sobre um vale. É também um elemento muito presente na iconografia de Blumenau, como a Ponte dos Arcos, o que pode também sugerir um sentindo de progresso da técnica utilizada.
A Passarela corresponde a um novo caminho, uma nova forma de ir e vir entre as margens do rio Itajaí-Açu. Conecta os caminhos ciliares, o novo porto e a reurbanizada Prainha com o antigo porto e o Mono do Aipim, criando um circuito de atrativos paisagísticos que reforçam a vocação turística da cidade.

Dois arcos esbeltos, associados, como uma borboleta, "voam" sobre o rio, com grande leveza. Optou-se por dois níveis de tabuleiros que visam evitar possíveis confrontos entre ciclistas e pedestres, comuns em parques urbanos. Para o caminhar foi proposto um passeio com uma ligeira sinuosidade, uma sutil mudança no eixo, que estimula o desfrute da paisagem. Pontos de parada estratégicos salientando este equipamento como uma conexão entre as margens, um porto de estar e ponto de encontro.
A ciclovia foi traçada reta, para evitar acidentes com aqueles mais desatentos que desviarem o olhar de sua rota, e se propõe a partir da compreensão de que o ciclismo é, além de lazer, um meio de transporte eficaz. Trata-se de um espaço ganho, uma topografia artificial para o parque, um mirante que estabelecerá novos pontos de vista para o rio e para a cidade.

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Foto: Estúdio América

 

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